Com o desgosto da descida, um destino traçado na última sexta-feira, o Desportivo de Chaves terá de começar a pensar na próxima época, onde voltará a disputar a Segunda Liga dois anos depois. E há saídas que podem estar na calha para os próximos dias.

 

A começar pelo treinador. Moreno tem mais um ano de contrato, mas a continuidade em Trás-os-Montes está longe de ser garantida e até desejada pelos adeptos. O próprio técnico colocou a saída em cima da mesa na conferência de imprensa após o jogo da descida com o Famalicão: “É normal que haja muita desconfiança, é certo que temos mais um ano de contrato, mas isso é o mais fácil de resolver”, disse.

 

Mas a SAD já tem um histórico de manter o treinador que desceu de divisão. O mesmo aconteceu em 2019, aquando da última queda da Primeira Liga, em que José Mota transitou para tentar consumar a subida logo na época seguinte.

 

Kelechi: processo disciplinar avança

 

O caso de Kelechi é bicudo e foi amplificado pela polémica no jogo com o Famalicão, onde o nigeriano esteve ao telemóvel no banco de suplentes. A atitude levou a um processo disciplinar e a continuidade no Desportivo pode não estar assegurada.

 

O médio chegou no verão a Trás-os-Montes pela mão de José Gomes, que o treinou no Ponferradina, a troco de 250 mil euros. Porém, seguir para a Segunda Liga pode não estar nos planos nem de flavienses nem do jogador e poderá acabar por se chegar à decisão de uma venda.

 

Recorde-se que problemas disciplinares também levaram à saída de Issah Abass, extremo ganês que foi emprestado para um clube do Irão já depois de ser alvo de um processo da parte da SAD.

 

Estes são dois dos muitos dossiês para resolver no Municipal.

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