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César Peixoto, o novo timoneiro flaviense

Fonte: GD Chaves

Está encontrado o sucessor de José Mota. Depois de oito meses com um treinador experiente que não soube dar futebol ao Desportivo, agora temos um técnico em início de carreira, que pouco mostrou até agora, apesar  da boa carreira como jogador. A escolha não deixa de ser estranha, principalmente num suposto candidato à subida, mas ninguém nos vai explicar isto porque os sócios têm de “comer e calar” quando se trata da SAD. Mas enfim, paremos de divagar.

 

Não há muito por onde olhar na  carreira de César Peixoto, por isso vamos centrar-nos na tima experiência do técnico, na Académica. Relatos de Coimbra dizem-nos que o jovem técnico procura jogar com bola,  desde trás, e que gosta de ter posse. Isto numa formação a rondar o 4-4-2 e 3-5-2. Na Briosa, Peixoto fazia um dos laterais subir muito, o outro compensava a defesa e a equipa atacava com quatro homens. Boas ideias, mas que esbarraram em alguns problemas.

 

Para começar, a equipa falhava muitos golos. Vários foram os jogos perdidos pela margem mínima apesar do domínio nas oportunidades da Académica. Depois, quando em desvantagem, Peixoto não resisitia em espetar dois calmeirões na frente para bombear bolas. Também  havia a questão do plantel, esta já fora da responsabilidade do técnico, que tinha uma equipa desequilibrada e com pouca profundidade.

 

Isto levou a um fim precoce da aventura em Coimbra, com apenas duas vitórias no campeonato e a pairar acima da linha de água. No entanto, é preciso  assinalar que, mesmo na saída, o plantel parecia estar  com o treinador, o que nota algum querer e união num clube em dificuldades.

 

Esperemos que seja um treinador que consiga levar o Chaves a bom porto ou, pelo menos, a jogar bom futebol.

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