Central e extremos precisam-se em Chaves

Fonte: GD Chaves

 

A Segunda Liga está quase a começar, mas o plantel do Desportivo de Chaves, apesar de fortemente reforçado esta época, continua com lacunas por cobrir no ataque à subida de divisão.

 

Comecemos por baixo: Nikola Maras está de saída do Municipal de Chaves e será uma perda importante para a defesa flaviense, com os únicos centrais no plantel a serem o experiente Diego Galo, um Hugo Basto com muitos jogos de Primeira e Segunda Liga mas que ainda não singrou no Chaves, Calasan que continua a ser uma incógnita e Marlon Rangel, jogador da Satélite que também é curto para uma equipa que quer subir.

 

Posto isto, faz imensa falta voltar ao mercado à procura de um central que garanta a segurança defensiva essencial a uma equipa com objetivos ambiciosos, mas os nomes disponíveis já escasseiam nesta altura do mercado de transferências.

 

Hugo Basto é um dos centrais do plantel, mas ainda não despontou no Chaves Fonte: GD Chaves

 

Outra posição que causa grandes dores de cabeça a José Mota é a ala do ataque azul-grená. Wagner e Niltinho são os extremos que trazem mais segurança, mas a volatilidade do extremo de 25 anos pode causar problemas na consistência das exibições do jogador, não raras vezes envolvido em conflitos com adversários. 

 

Além disso, as restantes escolhas são Mika Borges e João Bachi, dois miúdos da Satélite que também são demasiado incógnitas para serem aposta clara num clube que quer subir a todo o custo.

 

Assim, é essencial o Desportivo de Chaves reforçar-se com mais dois extremos para ter a solidez necessária para lutar de forma clara pelo regresso imediato à Primeira Liga, mas as opções de mercado continuam a ser limitadas.

 

O Desportivo tem qualidade em muitas posições, mas só precisas certezas na defesa e no ataque para sermos sérios candidatos à subida.

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